27 de Novembro de 1807: Embarque da Família Real para o Brasil.

27 de Novembro de 1807 – Embarque da Família Real para o Brasil.

Os navios só zarparam no dia 29, em virtude de uma tempestade no mar. No dia 30 de Novembro de 1807, Junot chegou a Lisboa só com parte do seu exército.

Tinha começado a I Invasão Francesa, das três que Napoleão havia de realizar para tentar ocupar o território português.

Na imagem, gravura do embarque da família real e da corte portuguesa para o Brasil, no Cais de Belém, em Novembro de 1807.

25 de Novembro de 1638: nasceu no Palácio Ducal de Vila Viçosa uma menina, filha do então 8.º Duque de Bragança D. João (II), futuro rei D. João IV e da mulher D. Luísa Gusmão

25 de Novembro de 1638, nasceu no Palácio Ducal de Vila Viçosa uma menina, filha do então 8.º Duque de Bragança D. João (II), futuro rei D. João IV e da mulher D. Luísa Gusmão.

Por este dia ser dedicado a Santa Catarina de Alexandria, a menina recebeu o nome da santa: Catarina. As voltas do destino acabaram por fazer com que ela passasse de filha de duques, a filha de reis, e pelo seu casamento com Carlos II de Inglaterra, tornar-se-ia rainha de Inglaterra.

Jaz atualmente no Panteão Real da Dinastia de Bragança no Mosteiro de São Vicente de Fora, monumento onde se encontram também três retratos de D. Catarina.

📸 Neste, da autoria de Jacob Huysman (séc. XVII), encontra-se representada como Santa Catarina, lembrando o dia do seu nascimento.

25 de Novembro de 1638: nasceu no Palácio Ducal de Vila Viçosa uma menina, filha do então 8.º Duque de Bragança D. João (II), futuro rei D. João IV e da mulher D. Luísa Gusmão

25 de Novembro de 1638, nasceu no Palácio Ducal de Vila Viçosa uma menina, filha do então 8.º Duque de Bragança D. João (II), futuro rei D. João IV e da mulher D. Luísa Gusmão.

Por este dia ser dedicado a Santa Catarina de Alexandria, a menina recebeu o nome da santa: Catarina. As voltas do destino acabaram por fazer com que ela passasse de filha de duques, a filha de reis, e pelo seu casamento com Carlos II de Inglaterra, tornar-se-ia rainha de Inglaterra.

Jaz atualmente no Panteão Real da Dinastia de Bragança no Mosteiro de São Vicente de Fora, monumento onde se encontram também três retratos de D. Catarina.

📸 Neste, da autoria de Jacob Huysman (séc. XVII), encontra-se representada como Santa Catarina, lembrando o dia do seu nascimento.

26 de Novembro de 1845: É publicado o decreto de reorganização da saúde pública

26 de Novembro de 1845 – É publicado o decreto de reorganização da saúde pública, que, entre outras disposições, proibia os enterramentos nas igrejas como sempre se fizera até aí, confinando-os aos cemitérios.

Passam 177 anos deste decreto promulgado pela Rainha D. Maria II que foi um dos grandes motivos do apoio popular à Revolta da Maria da Fonte contra o chamado Governo dos Cabrais.

Na imagem, escultura de Maria da Fonte, no Jardim Teófilo Braga, em Campo de Ourique, Lisboa.

25 de Novembro de 1510: Afonso de Albuquerque conquista Goa.

25 de Novembro de 1510 – Afonso de Albuquerque conquista Goa.

Foi há 512 anos no dia de Santa Catarina. Alguns anos depois ganhou o estatuto de capital do Estado da Índia e o seu desenvolvimento como centro coordenador da acção da Igreja Católica valeu-lhe o epíteto de “Roma do Oriente”.

Na imagem, retrato de Afonso de Albuquerque, no Livro segundo das Lendas da Índia, por Gaspar Correia.

24 de Novembro de 1362: O rei D. Pedro I outorga uma carta de elevação de Sines a vila

24 de Novembro de 1362 – O rei D. Pedro I outorga uma carta de elevação de Sines a vila.

Passam hoje 660 anos sobre esta carta régia que ordena a construção de um castelo para defesa da costa. Actualmente o dia 24 de Novembro é feriado municipal.

Na imagem, capa do Boletim Municipal onde se faz referência a esta data tão importante para a história local da cidade.

20 de Novembro de 1294: Diploma de D. Dinis, que refere a Albergaria de Canaveses

20 de Novembro de 1294 Diploma de D. Dinis, que refere a Albergaria de Canaveses, também conhecida por Albergaria da Rainha por ter sido instituída pela rainha D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques.

As albergarias recolhiam pessoas de passagem, dando-lhes abrigo, cama, agasalhos, água, sal e lume durante três dias, além duma refeição à entrada, e outra à saída.

A Albergaria de Canaveses, no Douro, terra onde a rainha residiu algum tempo, destinava-se a albergar peregrinos pobres.

Na imagem, a Albergaria de Canaveses.

18 de Novembro de 1791: Nasce Manuel Francisco de Barros e Sousa de Mesquita de Macedo Leitão e Carvalhosa, 2º visconde de Santarém

18 de Novembro de 1791 – Nasce Manuel Francisco de Barros e Sousa de Mesquita de Macedo Leitão e Carvalhosa, 2º visconde de Santarém.

Historiador. Guarda-mór da Torre do Tombo. Político. Ministro. É, também, recordado internacionalmente entre os estudiosos dos mapas antigos como um dos fundadores dessa área do saber, e, também, como o autor do termo «cartografia».

Era membro da Academia Real das Ciências de Lisboa, do Institut de France e de múltiplas academias e organizações científicas estrangeiras, sendo à época um dos intelectuais portugueses com maior projecção internacional.

Na imagem, gravura do 2.º Visconde de Santarém, Manuel Francisco de Barros e Sousa de Mesquita de Macedo Leitão e Carvalhosa.

17 de Novembro de 1653: faleceu no Paço da Ribeira a princesa D. Joana, filha de D. João IV e de D. Luísa de Gusmão

17 de Novembro de 1653, faleceu no Paço da Ribeira a princesa D. Joana, filha de D. João IV e de D. Luísa de Gusmão.

D. Joana foi a terceira filha do casal e recebeu o título de Princesa da Beira, criado pelo seu pai para a filha mais velha do rei.

Faleceu aos 17 anos, vítima de doença, sendo inicialmente sepultada no Mosteiro dos Jerónimos e mais tarde trasladada para o Panteão Real da Dinastia de Bragança no Mosteiro de São Vicente de Fora, onde jaz atualmente.

A 15 de Novembro de 1889, nasce D. Manuel II, o último rei de Portugal

A 15 de Novembro de 1889, nasce D. Manuel II, o último rei de Portugal

D. Manuel II (Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Grabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha), segundo filho do rei D. Carlos e de D. Amélia de Orleães, nasceu em Lisboa, em 15 de Novembro de 1889, e morreu em Twickenham, Inglaterra, em 2 de Julho de 1932.

Trigésimo quarto e último rei de Portugal (1908-1910), ficou conhecido pelo cognome de “o Desventuroso”.

D. Manuel II foi aclamado rei a 6 de Maio de 1908. Casou em Setembro de 1913 com a sua prima D. Vitória Augusta de Hohenzollern-Sigmaringen, não tendo deixado descendência.

Reunido o Conselho de Estado após o Regicídio que vitimou seu pai e seu irmão mais velho, a ele compareceu D. Manuel, constituindo-se um “ministério de acalmação”, de concentração partidária, com excepção de João Franco e seus adeptos.

Soltaram-se os presos políticos e revogaram-se alguns decretos da ditadura franquista. Mas a propaganda republicana recomeçaram. D. Manuel, porém, iniciou uma viagem pelo reino e, por onde passava, era sempre bem recebido.

No seu reinado teve de enfrentar duas graves questões: a questão Hinton e a do Crédito Predial. No primeiro caso, um grande industrial inglês, residente na Madeira, reclama uma indemnização do Estado Português em virtude de uma suposta revogação do monopólio do açúcar, a qual, em virtude da pressão diplomática da Inglaterra, viria a ser concedida. A questão do Crédito Predial deve-se a um desfalque naquela instituição por negligência de importantes figuras do regime.

Em Agosto de 1910, realizam-se eleições. A 3 de Outubro rebenta uma insurreição republicana em Lisboa que viria a triunfar no dia 5 de Outubro. Em consequência, o último monarca português saiu do Palácio das Necessidades, foi para Mafra e daí para a Ericeira, onde embarcaria para o exílio em Inglaterra.